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Pedra do Baú – SP (sob domínio Pirata)

Mais um relato enviado pelo nosso brother Vgn Vagner na sua aventura na Pedra do Baú.

Pedra do Baú SP - Relato

Pedra do Baú SP – Relato

 

INTRODUÇÃO
Confesso que serei o menos objetivo possível neste relato, que talvez, possa resgatar algum cenário fantasioso em sua memória e interagir com sua imaginação nos acompanhando nessa breve jornada, ou até despertar em você a vontade de querer também ter feito parte dessa história.

Quem sabe, você venha a me elogiar ou até mesmo abandonar a leitura pela metade por que não gostou do texto!? É possível! Pois o título: PEDRA DO BAÚ, me faz viajar além da viagem, me fez lembrar dos verdadeiros e corajosos, fictícios e mentirosos piratas que compõe a história da pirataria iniciada no século XVI. Histórias alimentadas por livros e filmes que assistimos desde nossa infância.
Nomes lendários como: Barba Negra, Irmãos Barba Rossa, William Kid, Black Bart, os navios > A Vingança da Rainha Ana e o famoso Pérola Negra, foram alguns dos personagens que me inspiraram a escrever isto.

Quer compartilhar sua aventura ? Clique em Envie seu Relato!

“Lembrando que a realidade sempre supera a ficção.” Vamos a leitura. hehe.
Relato

…manhã de domingo, terceiro dia de Agosto de 2014, data de partida, na qual zarpamos em pequena tripulação a bordo do respeitado e admirado “BÚSSOLA DE PRATA” (embarcação que já nos conduziu à diversas conquistas sobre o continente), na intenção de encontrar o tesouro perdido e espalhado a décadas por várias partes do mundo. Sabíamos que parte desse tesouro também se encontra no Pico da Pedra do Baú. Ele sempre estará lá, mas nem todos poderão vê-lo ou muito menos tocá-lo.

Zarpamos de São Paulo – Capital, um oceano repleto de maldades e de mágoas, onde águas escuras e frias emoções banham a vasta terra firme dominada pelo capitalismo desenfreado.

Alma Luminosa, Leme Insano e Brutus Carrasco

Alma Luminosa, Leme Insano e Brutus Carrasco

Estrategicamente posicionados, cada pirata dominava um compartimento. O ALMA LUMINOSA cuidava da polpa do navio, na proa, sem pestanejar, BRUTUS CARRASCO vigiava nossa frente pra evitar qualquer surpresa no sentido contrário, e conduzindo o timão, Eu, Capitão LEME INSANO, responsável por levar essa tripulação de corsários a mais uma expedição extraordinária.

Então… reeemem, reeemem, seus ratos imundos, ou serão lançados da prancha para nadar com os tubarões HÁHÁHÁ.

Quando realmente partimos, já tínhamos a noção que navegaríamos em águas dominadas por Mercenários que trabalham servindo o Comodoro, e cobram em média, R$2,70 de pedágios em pequenas ilhotas estrategicamente espalhadas pela rota principal (Dutra), e assim permitem qualquer e todo tipo de embarcação seguir viagem pós pagamento. “Isso é ultrajante aos aventureiros desta era, aventureiros que economizam suas moedas de ouro para realizar uma ou outra viagem sem a necessidade de saquear vilas de mercadores.” Mas, como isso não era motivo pra tirar nossa empolgação, seguimos como lobos do mar, ouvindo o som que vinha do radio. Músicas e cantigas que incitam a autoestima e a valentia em alto mar.

Sem bússola de mão ou carta náutica, optamos por seguir o radar acoplado no painel de controle, “maldito” que sem sinal de navegação nos levou à correntezas distantes da rota principal. Ficamos milhas e milhas navegando a deriva, e quando percebemos que não era esse o rumo que tínhamos que tomar, procuramos por algum cais na tentativa de colher informações e retornar aos mares que nos levassem na direção do nosso objetivo.
Assim que avistamos um cais, ancoramos por pouco tempo e prosa. Um marujo do vilarejo nos indicou o caminho mais curto, porém, nos avisou que teríamos dificuldades naquelas águas que decidimos enfrentar.

“Timoneiro, retome o leme a 180 graus, meia volta, todo vapor a bombordo.” kkkk

Com referências a bordo mergulhamos nas entranhas das águas mais isoladas entre São Francisco Xavier e Sapucaí Mirim, arquipélagos quase inóspitos que lembram o Vale da Solidão.
Ali, o BÚSSOLA DE PRATA mostrou bom resultado aos primeiros obstáculos, mas quando veio a tempestade em alto mar, aff… aí sim ele teve desafios pela frente, ondas vinham como maremotos gigantes numa inclinação absurda a ponto de virar a embarcação (algo como nunca enfrentamos antes). A situação era preocupante, à míngua, as forças dos remos ameaçavam cessar, o radar não funcionava, qualquer pane nos deixaria de mãos atadas, pois o Sonar também não funcionaria caso precisássemos emitir um sinal de S.O.S. Contamos apenas com a experiência do Capitão e a esperança no coração dos tripulantes que acreditavam que não sairíamos como náufragos nessa missão.

Navegamos por quase duas horas em meio a tempestade, lentos como se estivéssemos entre o lodo e o lamaçal do pântano dos Mil Assombros.

Passado todo esse sofrimento…

Depois de horas atravessando as águas do atlântico, chegamos nas proximidades do Baú, já estávamos inclusos no perímetro do mapa, enfrentando novos maremotos que exigiam muito da resistência e voracidade do Bússola, que por mérito e precaução, merecia uma pausa. Ancoramos num rochedo pra admirar a beleza da Cachoeira do Toldi e esticar um pouco as pernas cansadas da longa viagem até ali.

Cachoeira do Toldi. FOTO: Vgn Vagner

Cachoeira do Toldi. FOTO: Vgn Vagner

Cinco milhas após a pausa, ancoramos por definitivo onde já se inicia a exploração por terra. A partir de agora, mercenários do governo dominam a entrada tentando organizar as embarcações que chegam por lá. Dali não é mais permitido avançar devido as novas normas que impuseram no local. Sendo assim, os cerca de 600 metros à frente só podem ser vencidos na caminhada que leva ao mirante onde podemos visualizar o Baú ao longe.

Os menos audaciosos chegam aos milhares até o bauzinho, seduzidos pelas mais belas sereias que aparecem por lá nos dias de sol, reverenciam a Pedra do Baú sem saber o quê seu topo guarda, e partem de volta aos seus lares. Já os mais corajosos e destemidos, piratas, avançam em direção ao desafio mortal, pois, é isso que as faces norte e sul do Pico oferecem aos que desafiam sua ascensão de 400 metros na mais pura verticalidade ao ar livre. Isso nos instigava, fazendo o coração pulsar mais forte. hehehe.

 

Complexo do Baú visto de longe. FOTO: Vgn Vagner

Complexo do Baú visto de longe. FOTO: Vgn Vagner

Foi na face sul que arriscamos a sorte. Subíamos como aqueles que quase por obrigação, sobem nos mastros pra conferir as amarras das velas dos navios.

A morte nos rodeava e sussurrava baixinho, misturando sua voz ao vento nos convidando a um mergulho sem volta. Ela torcia ansiosa por algum vacilo, um simples escorregão que fosse, pra poder se pendurar e arrastar quem lhe desse a oportunidade de desfrutar das profundezas da escuridão mais uma vez.

As pernas tremiam a cada degrau que ficava abaixo de nós, as mãos eram firmes e fortes como se quiséssemos torcer as barras de ferro, o suor escorria pelo rosto, sem saber se era consequência do calor, da adrenalina explodindo no corpo ou de um mix de emoções querendo evitar o encontro com “o pior.”

Mas com calma e precisão nos movimentos e o conhecimento de Brutus Carrasco que já estivera ali, alcançamos o topo do Baú com certa facilidade. Acredito que nem Jack Sparrow, com sua irreverente habilidade teria realizado tal feito, assim, tão facilmente. rs
A única coisa que nos tirava a concentração durante a subida, foi um “papagaio de pirata” que pousou no meu ombro e se pôs a tagarelar sem parar. A única coisa que quebraria esse feitiço, seria a imensurável magia que hipnotiza todo e qualquer ser vivo que se vê no cume, Bendito seja o cume kkkk.

Alma Luminosa, Leme Insano e Brutus Carrasco

Alma Luminosa, Leme Insano e Brutus Carrasco

Cada qual com seu olho de vidro, empunhando lunetas com lentes amaldiçoadas, capturávamos a essência do lugar, eternizando nossas almas quando elas faziam cópias idênticas do cenário.

A bebida sagrada que Deus nos oferece diariamente, substituiu de forma honrosa a ausência do Rum, e com ela pudemos brindar a conquista, tendo frutas no banquete e um horizonte de 360° a se admirar. Estávamos saboreando alguns dos melhores ingredientes da vida, que fazem parte da relíquia que fomos procurar: liberdade, contato direto com a natureza, reverências à criação e ao criador onipresente, que toma as rédeas e se põe a nos guiar pelo destino que escolhemos. Louvado seja o rei, que nos permite momentos de uma vivência única.

 

Hora de encarar a assustadora escada da morte, conhecida como “escada dos medrosos.” Quem se arrisca subir pela face norte da montanha sabe bem o por que desse nome. Muitos chegam até ali e dão meia volta, desistindo de alcançar o topo (fato verídico) devido ao impacto desafiador que o paredão crivado de grampos provoca.

No nosso caso, não tínhamos escolha, era descer ou descer. Então com mais cautela do que na ascensão, iniciamos a descida lentamente até por os pés em terra firme antes do anoitecer. Ficar e ver o pôr do sol dalí seria esplêndido.

Aos que escolhem o norte como caminho de volta, enfrentam também uma trilha com uma subida carrasca que contorna o Baú até o lado sul (sofremos rs). As forças caiam por terra como areia que caem das mãos por entre os dedos, e por isso suspeitamos que algo de grandioso nos aguardava no Bauzinho como forma de recompensar tido esforço do dia. Mesmo nos arrastando devido ao cansaço, quase que não paramos até chegar lá e findar nossa aventura assistindo o sol deixar seu rastro alaranjado se misturado ao azul marinho que trazia a escuridão da noite. Que lindo pôr-do-sol.

Pedra do Baú SP - Relato

será que é perigoso ?

Depois de algum tempo admirando o admirável, nos recolhemos na intenção de retornarmos pra casa, mas no pequeno trajeto até o Bússola, adivinha quem apareceu por várias e várias vezes, em todo canto que a gente parava, falante feito maritaca???

R: siiimmm, o papagaio de ombro, que só sabia dizer: Valew, Valew “grraahh,” tchau, foi um prazer conhecer vocês, satisfação total “grraahh”…!! (Kkk…só quem viveu sabe).

Chegando ao Bússola, uma pirata que presta serviços aos mercenários, corajosamente, nos pediu uma carona até seu vilarejo, pois o barco que a leva pra casa ainda demoraria algum tempo até partir.
No meio do caminho ela ainda nos disse que a recente tentativa de controlar o acesso de embarcações ao Baú poderia “dar com os burros nágua,” já que eles não faziam o devido pagamento aos prestadores de serviços que por ali ficavam aos finais de semana. A deixamos onde preferiu ficar e seguimos rasgando a noite.

Fugimos das águas tortuosas (Monteiro Lobato, SP-050), que trariam os mesmos transtornos que tivemos pela manhã, e cortamos pelas águas da “Queridinha da Mantiqueira,” conseguindo chegar em águas mais brandas (SP-070), que dão mais fluidez aos navios. Exatamente essa fluidez que deu velocidade ao Bússola (em 120 milhas/hora), fez render muito bem nossa missão de volta pra casa, que por pouco não terminou num naufrágio.

Apareceram a nossa frente centenas de embarcações lentas e alinhadas como uma frota marinha que zarpa rumo ao ataque. Um deles parou de repente, quase batemos. Brutus Carrasco, exausto, sem forças pra gritar, só alertou: SEGUUURA… (pensei: vamos bater).
O que nos livrou foi a rápida manobra que fez o Bússola deslizar no pequeno espaço entre dois barcos. Caso contrário, seria “PT” na colisão. Imagine um Transatlântico colidindo com um iceberg.

Passado o sufoco, pouco tempo depois, estávamos ancorados no principal cais de Itaquera, nos despedindo felizes por cada um de nós carregar dentro de si, o tesouro esquecido nos extremos da metrópole. Ele está lá, basta abrir os olhos da percepção pra ver.

Fim.

 

História real sobre a primeira conquista ao Pico do Baú.

Em São Bento do Sapucaí, o primeiro corajoso a explorar uma montanha por prazer, foi Antonio Cortez, um cidadão simples e humilde como todo morador do interior paulista teve esse despertado em si, o sonho de subir a Pedra do Baú, e depois de muitos anos tentando subir, em 12 de Agosto de 1.940 junto ao seu irmão João Cortez, utilizando troncos de árvores, cipós e com muito sacrifício aos 51 anos de idade com uma força de um jovem de 20 anos. Antonio Cortez foi a primeira pessoa a apreciar a linda vista que sem tem do topo da pedra.

A fama de Antonio Cortez em desafiar as alturas o levou a conhecer Dr. Luiz Dummont Villares que veio em busca de uma pessoa que o conduzisse com segurança até o topo da maravilhosa Pedra do Baú. Graças a eles, hoje em dia os visitantes conseguem subir, por meio de escada de ferro fixado na rocha, empreendimento de Dr. Luiz Dummont Villares, grande admirador da “Pedra”, que em 1.947 patrocinou a construção de escadas, patrocinou também o primeiro “Abrigo de montanha do Brasil” construído a mais de 1.950 metros do nível do mar. Feito de tijolos, telha de cobre, e com um bom reservatório para captar água das chuvas; Construída por Floriano Rodrigues Pinheiro, para pernoitarem os alpinistas. Mas devido ao vandalismo, hoje já não existe mais esse abrigo, apenas seu alicerce fincado ao chão do topo da pedra.

 

Pedra do Baú SP - Relato

Alma Luminosa, Leme Insano e Brutus Carrasco

 

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Autor: Vgn Vagner
Posts escritos: 4

sou, mais ou menos, isso aí.: Vgn Vagner. Prazer!!

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