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Travessia da Serra Fina em Dois Dias

Travessia da Serra Fina em Dois dias – Após a 1º tentativa da Serra Fina em dois dias abortada pelo Paióinho ficou aquele pensamento, “é lógico que voltaremos lá o mais breve possível para finaliza-lá!” E foi o que fizemos, desta vez mais um integrante veio conosco o trio era André Nascimento, Renan Prado e Eu.

Quer ver mais travessias e Relatos? Veja na categoria Travessias e Relatos.

Clique e veja nossa página o com todas as informações e DICAS ESSENCIAIS para fazer a Serra Fina.

Travessia da Serra Fina em Dois Dias - Barra de Cereal

Travessia da Serra Fina em Dois Dias – Barra de Cereal

O Renan estava bem rígido com quem convidar para o role, devido o medo de atrasar e comprometer o passeio, eu conheci o André na Cachoeira do Elefante e pelo pouco que vi percebi que ele era da pegada, por isso o convidei e disse do preparo físico, ele topou na hora! (mas tarde saberiamos que estava com o condicionamento físico bem melhor que o nosso!)

Desta vez decidimos ir mais leves ainda, levamos somente barras de cereal (eu e o Renan) e o André foi mais preparado com pão sírio, goma de mascar e o MONSTER PACK (Suplemento) para dar um gás em caso de fraqueza.

Foi tudo no mesmo esquema, só uma barraca e tudo para poupar peso.

Desta vez o pai do Renan Prado nos levou até Passa Quatro e nos deixou a alguns km da Toca do Lobo, nos poupando daqueles 13 km chatos de estrada.

Decidimos dormir no 1º ponto de água, então passamos reto da Toca do Lobo e com o caminho em mente chegamos rapidamente ao 1º acampamento. Montamos a única barraca e capotamos.

*Não vou falar de bifurcações ou sinalização, pois o caminho esta repleto de toténs, fitas brancas, fitas vermelhas e adesivos refletivos.

Travessia da Serra Fina em Dois Dias - Nascer do Sol

Travessia da Serra Fina em Dois Dias – Nascer do Sol

Travessia da Serra Fina em Dois dias – Relato – 1º Dia 1º Ponto da Água até a Pedra da Mina

Acordamos por volta de umas 5:30 e partimos cedo, pegamos um ótimo nascer do Sol e sem ventania, a subida foi tranquila e desta vez sem

Travessia da Serra Fina em Dois Dias - Foto Tradicional

Travessia da Serra Fina em Dois Dias – Foto Tradicional

nenhum perrengue, foi até estranho após a última aventura pelas bandas.

Rapidamente chegamos ao topo do Capim Amarelo (2 horas e 30 minutos), batemos algumas fotos e seguimos em frente, com o Sol raxando a cuca e com o tempo aberto foi mais fácil de localizar a saída certa do Capim Amarelo e desta vez já vizualizamos a Pedra da Mina.

Fomos rápido o caminho todo, foi muito tranquilo, rapidamente passamos pelo Maracanãzinho, cristas e chegamos na base da Mina as 14:00, foi até meio ridiculo, pois na outra vez nós estavamos totalmente baqueados e sem orientação, isso prova como um dia de sol com visibildiade facilita muito o trajeto. Tiramos até um cochilo e iniciamos a subida para Pedra da Mina umas 16 horas, diferente da outra vez a subida foi tranquila e sem vento algum.

No cume já havia algumas pessoas acampadas por lá, ficamos no mesmo lugar que da última vez, aproveitamos para tirar várias fotos (já que desta vez o tempo colaborou). Para tirar um sarro eu levei uma roupa social só pra bater uma foto com o livro do cume na Pedra da Mina.

Fui trocar de roupa e perdi o pôr do sol…triste =/, mas beleza, aprendizado! A noite caiu e o tempo de uma fechadinha, decidimos dormir já que não veríamos estrelas naquele momento, capotamos cedo, por volta de umas 19:00.

Travessia da Serra Fina em Dois Dias - Livro do Cume

Travessia da Serra Fina em Dois Dias – Livro do Cume

Travessia da Serra Fina em Dois Dias - Trio no Cume

Travessia da Serra Fina em Dois Dias – Trio no Cume

Travessia da Serra Fina em Dois dias – Relato – 2º Dia Pedra da Mina x Sítio do Pierre

Acordei 4:00da manhã e sem sono algum com dois mulambos apertados em uma barraca, fazia sentido estar sem sono, já que dormirmos por volta

Travessia da Serra Fina em Dois Dias - Bivak

Travessia da Serra Fina em Dois Dias – Bivak

das 19:00 horas foram 9 horas de sono tranquilo naquela noite linda.

Fiquei quieto por um tempo pois não queria acorda-los já que pensei que poderiam estar cansados da longa caminhada do dia anterior, fiquei lá por uns 10 minutos imóvel para não incomoda-los.

Derrepente deu aquela vontade de peidar e é claro PUM….istantâneamente os dois já sentam xingando, “QUE É ISSO?” “AFF VEI” kkkkkkkkkkkk foi um flagrante, estavam todos acordados pensando a mesma coisa, vou ficar quieto para não acordar o outro, na mesma hora pegamos o isolante e saco para ficar bivakando lá fora, quando abrimos a barraca a grande surpresa, um céu estrelado maravilhoso que nos animou muito.

Ficamos conversando até o amanhecer, vendo estrelas cadentes e falando sobre as coisas boas da vida, como o ser humano não da valor para o que tem, religiões e outros assuntos.

Travessia da Serra Fina em Dois Dias - Galera

Travessia da Serra Fina em Dois Dias – Galera

O nascer do Sol foi espetacular, um mar de nuvens infinito e aquele céu alaranjado sabe? Nossa foi fenomenal, fizemos amizade com outro pessoal no Cume, demos algumas risadas e voltamos para arrumar nossas coisas, nossa surpresa foi ver pedaços de gelo nas nossas garrafas de água, para congelar desta forma no mínimo uns -5 Cºbateu lá em cima.

Cargueiras prontas e pronto, partimos para o Vale do Ruah, desta vez mais ansiosos por conta do caminho ser novo para todos nós.

Diferente da última vez, deu para ver claramente como era a descida e o caminho para o Vale do Ruah, de cima o Vale parece um campo de futebol, descemos rapidamente, seguindo alguns toténs e logo chegamos de frente pro Vale do Ruah, os capins possuem mais de 2 metros de altura, foi sensacional, os capins estavam congelados, devido o frio da noite anterior, eu me senti o rambo no meio daquele matagal, saimos correndo e caimos em alguns buracos…foi bem engraçado, como estavamos com o tempo corrido e não sabíamos o caminho não enrolamos, seguimos rumo aquele “V” que

Travessia da Serra Fina em Dois Dias - Gelo

Travessia da Serra Fina em Dois Dias – Gelo

forma no fim do vale do Ruah, este é o último ponto de água de toda travessia, abastecemos nossas águas e ficamos um pouco perdidos pra onde seguir, de longe vimos uma fita vermelha amarrada em uma árvore e logo seguimos, saindo deste “V” para direita e logo a trilha fica bem batida, nesta parte os bambus castigaram, eu teimosão não quis colocar uma calça e depois sofri as consequências.

Travessia da Serra Fina em Dois Dias - Capim Congelado

Travessia da Serra Fina em Dois Dias – Capim Congelado

Após uma hora chegamos ao cume do Cumpim do Boi, um visual direto para o Parque Nacional do Itatiaia, dava pra ver claramente a coroa do Pico das Agulhas Negras.

Sem enrolação, seguimos adiante, desta vez uma descida intensa saindo para direita do Cupim do Boi, sempre abarrotado de toténs. (Acabou nossa comida neste Cume).

Nos perdemos um pouco acabamos escalaminhando um trecho que nos levou a um Pico que

Travessia da Serra Fina em Dois Dias - Cupim do Boi

Travessia da Serra Fina em Dois Dias – Cupim do Boi

dava um visual perfeito para o Pico dos Três Estados. A subida foi tranquila e rapidamente chegamos ao seu cume. Tiramos algumas fotos e seguimos, descendo, descendo e descendo, dalí pra frente sabíamos que só tinha o “Alto dos Ivos” em nossa frente, descemos durante um bom tempo e chegamos de frente para o Alto dos Ivos, esse é o Cume mais chato da travessia, o seu corpo esta “frio” pois estavamos descendo a um bom tempo, suei bastante para chegar lá em cima.

Travessia da Serra Fina em Dois Dias - Pico dos Três Estados

Travessia da Serra Fina em Dois Dias – Pico dos Três Estados

Minha canela já estava extremamente machucada, cada capim que encostava nela era uma dor, cansado psicologicamente, com fome, bolhas no pé e corte no calcanhar (sabe quando a bota fica pegando no calcanhar?) estava totalmente abalado, mas preferi não compartilhar com os dois para eles não ficarem preocupados com o meu estado.

Em um certo momento, como não sabíamos quanto faltava de trilha e com horário marcado com o Pai do Renan, o mesmo deu a ideia de correr nas partes mais tranquilas, eu fiquei quieto, pensei “Eles estão malucos?”, mas não, os malditos decidiram correr, eu concordei mas não corri junto, segui caminhando com minhas dores.

Parei para colocar a calça para ver se aliviava o contato com os capins/bambus e segui adiante, eles sumiram na frente e após alguns minutos encontro eles parados no caminho e eles falam: “É sério Rapha, vamos correr, fica na nossa frente!” Vixi ai que eu vi que o bagulho era sério mesmo os malditos queriam correr! KKKKK foi foda, mas não teve jeito tive que acompanha-los, não queria ser um “peso” para eles e não queria atrasar com o pai do Renan.

Travessia da Serra Fina em Dois Dias - Sítio do Pierre

Travessia da Serra Fina em Dois Dias – Sítio do Pierre

Em um certo trecho a trilha ficou completamente plana, e encontramos um ponto de água onde paramos para nos refrescar.

Seguimos a milhão e chegamos em uma bifurcação, lemos o relato e seguimos a esquerda, pelo relato já estávamos no final, logo adiante chegamos ao famoso sítio do Pierre.

Foi uma alegria só, Serra FINA COMPLETA EM DOIS DIAS!!! IHAAAAAAAA!

Do sítio do Pierre ainda tem uns 40 minutos de caminhada até o local do resgate, passamos por uma porteira e encontramos o Pai do Renan que já estava a nossa espera.

Paramos para comer na estrada e voltamos felizes e capotados com a nova conquista.

Travessia da Serra Fina em Dois Dias - Nascer do Sol na Pedra da Mina

Travessia da Serra Fina em Dois Dias – Nascer do Sol na Pedra da Mina

Dicas essenciais pra quem vai fazer a Travessia da Serra Fina

  • Vá extremamente preparado fisicamente e psicologicamente, pois como devem saber a maioria das pessoas fazem em 4 dias;
  • Levem todo equipamento de frio para não morrer de hipotermia lá em cima;
  • Sexta a noite acampe em uma clareira que fica uns 20 minutos acima da Toca do Lobo, para economizar tempo;
  • Pegue água somente no 2º ponto, entre a Toca do Lobo e o Capim Amarelo, lembrando que como você fará em dois dias, você terá outro ponto de água na base da Pedra da Mina, então não precisa levar muita água;
  • No Capim Amarelo fique atento, tem algumas bifurcações e é fácil de se confundir, tente atravessar o Capim Amarelo seguindo reto e depois pegue a descida da esquerda, mesmo assim fique atento, pois existem várias bifurcações;
  • Dizem que no Marinzinho existe um ponto de água, mas não sabemos onde fica;
  • O caminho esta repleto de totens no percurso inteiro e adesivos refletivos (até a Pedra da Mina), facilitando a navegação;
  • Se na água da Base da Mina vocês estiverem pensando em abortar, já suba com mais água, pois na descida do Paiólinho existe somente um ponto da água;
  • De forma alguma durma antes da Pedra da Mina no 1º dia, durma no Cume para garantir o tempo para o dia seguinte;
  • O ônibus que sai de Passa Quatro para São Paulo é bem tarde, então vá para Cruzeiro que terá mais opções;
  • Da Pedra da Mina até a Rodoviária de Passa Quatro sem carona deve demorar umas 8 horas, então saia cedo;
  • Não compre passagem de ônibus antecipada para o final da travessia, pois você pode abortar em situações de emergência;
  • Vá com o corpo 100% coberto, pois  os capins e bambus judiam do corpo;
  • Deixe para abastecer a água no 2º ponto acima da Toca do Lobo você subirá pelo menos 30 minutos mais leve;
  • Você precisa ficar quente a noite, leve roupas e equipamentos suficiente para não morrer de hipotermia lá em cima;
  • O trajeto esta marcado com fitas amarelas, adesivos refletivos noturnos e toténs é praticamente impossível se perder por lá, só se sair da trilha;
  • Se perder o visual por conta da neblina não vare mato, em nenhum momento você precisa se esforçar para seguir em frente, sempre busque esses três sinais, fitas vermelhas, toténs e adesivos refletivos
  • Os adesivos refletivos só acompanham você até a Pedra da Mina;
  • As vezes tem alguma sacolas brancas amarradas que também estão corretas;
  • 4 Litros de água por pessoa por dia é o ideal para cozinhar e beber! Tem um monte de relato de pessoas que sobem com 6 , 7 litros e isso não faz sentido, só se você for fazer um sopão lá em cima;
  • No Vale do Ruah siga sentido o fim do vale, que forma um “V”, se tiver muita neblina você terá um grande risco de se perder, mas fique calmo e espere a neblina baixar para ter visão;
  • O período que você ficará por mais tempo sem água é do Vale do Ruah até o Final da Travessia, então pegue água suficiente;
  • A Serra Fina não é o role mais difícil do Brasil, não é nem um pouco técnico, é só caminhar com alguns trechos de escalaminhada;
  • Fique atento aos relatos, muitas pessoas escrevem o que sentiram por lá verdadeiramente mas outras aumentam para se vangloriar, cada um tem seu ritmo e psicológico então as vezes o relato pode ser bem mais fácil do que você irá enfrentar ou pode ser bem mais difícil, vá preparado para a situação mais difícil.
Travessia da Serra Fina em Dois Dias - O Trio

Travessia da Serra Fina em Dois Dias – O Trio

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Autor: Raphael Yamamoto
Posts escritos: 261

Raphael Yamamoto, apaixonado pela natureza, nascido em outubro de 1989, solteiro, vegetariano e profissional de marketing digital. - Meu maior sonho pessoal. Cair no mundão com meus irmãos do Cocô no Mato! - E o meu maior sonho para o mundo é tentar mostrar com esse blog uma vida diferente, idéias diferentes, valores diferentes dos atuais que esse sistema FD* implanta, fazendo nossas vidas uma obrigação atrás de outra e no final não vivemos, apenas sobrevivemos! PENSE PRA FORA DA CAXOLA GALERA, não deixe que o sistema implante vontades, valores, missões, modas entre outras coisas lixo em sua vida, isso só é benéfico para ele. LIBERDADE, FELICIDADE, AMOR E JUSTIÇA!

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5 Comentários

  1. Nossa… Parabéns pessoal….pelas fotos…parece ser maravilhosa a paisagem, pagina muito bem feita, vou passar por aqui mais vezes pra ver as aventuras.. Um dia ainda faço uma dessas… Sucesso

  2. Olá Hugo tudo bem?

    Meu amigo, posso afirmar que a Travessia da Serra Fina é uma das mais belas do Brasil.

    Passe por aqui sim, comente, tire dúvidas e peça dicas, o que precisar estaremos a disposição para ajuda-lo!

    Um forte abraço!

  3. Li e reli todos os relatos de vocês…fiz um bate e volta na pedra da mina mês passado( não tinha resgate, então tive q voltar ate a moto).
    Peguei água na toca do lobo 2 litros) + 1lt Gatorade e fui com essa água até a base da pedra da mina.
    Trabalhei até meia noite do sábado… Acordei as 4hs e peguei estrada ,de limeira até passa quatro…cheguei no início da trilha 10hs e 10:20 inicei a pernaaa chegando no cume da pedra da mina 17:40hs.pernoitei e desci no DIA segunte.
    Ano q vêm quero voltar pra fazer a tavessia inteira.

  4. Que top Rodolfo! Ano que vem você manda a travessia =)!

    Abraços!

  5. Galera como eu consigo o contato do resgate com o renan?
    e se possivel gostaria de ter o contato de quem ja fez a travessia, pois estou querendo fazer no dia 20 de dezembro.
    Obrigado

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