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Travessia Serra Fina 24 horas

Travessia Serra Fina 24 horas – Como uma pessoa pode mudar em apenas um dia? Fazer uma travessia dessa em um dia indo ao seu limite extremo, faz você se conhecer melhor, fortalece seu psicológico e faz com que você dê muito mais valor pelas coisas que tem. Cada vez que vou para uma trilha eu volto mais simples, mais desapegado de todas as mentiras hipócritas dessa sociedade e com certeza cada vez mais apaixonado pela vida que tenho. Essa é a melhor forma de se conhecer, de evoluir seu espírito.

Clique e veja nossa página o com todas as informações e DICAS ESSENCIAIS para fazer a Serra Fina.

Quer ver mais travessias e Relatos? Veja na categoria Travessias e Relatos.

Travessia Serra Fina 24 horas

Travessia Serra Fina 24 horas

Travessia Serra Fina 24 horas – A idéia e os preparativos

No último ano fomos para Serra Fina duas vezes, uma abortamos pelo Paiolinho e outra a completamos, as duas tentativas foram feitas em apenas dois dias, quebrando o mito de que a Serra Fina só poderia ser feita em 4 dias.

Se quiserem ler os últimos dois relatos da Serra Fina em dois dias cliquem em: Travessia da Serra Fina em dois dias abortada pelo Paiolinho e Travessia da Serra Fina em dois dias.

Em um inbox pelo Facebook buscando algo novo e mais desafiador o Renan disse brincando: “BORA FAZER A SERRA FINA EM 1 DIA?” não da idéia pra louco, na hora decidimos que voltariamos para Serra Fina mas desta vez em um dia, foi meio difícil marcar a data devido aos compromissos pessoais.

Decidimos a data e nos comprometemos em treinar muito para não arregar na hora “H”, fizemos até um role em Mogi das Cruzes uma semana antes para ver como estaria o ritmo de cada um.

Neste dia deu pra ver claramente que o André estava bem preparado como sempre, o Renan estava muito melhor do que na última Serra Fina e eu estava pior kkkkkk, é engordei uns 6 kg desda última investida e mesmo praticando sempre me senti bem inferior ao meninos.

Na semana da Serra Fina eu e o Renan Prado até fizemos um corte de cabelo (moicano) para homenagear o role! (Ficou ridículo!)

A alimentação desta vez foi mais elaborada, chega de barrinhas de cereais, comprei pão sírio, polenguinhos, amêndoas, bala de goma, monster pack, gaitorade, gel em barra, barra de proteína e água.

Travessia Serra Fina 24 horas – Logística

Combinamos em sair juntos no sabádo a noite no último busão e andar até o fim da Serra Fina, como na semana anterior vi que o meu condicionamento estava inferior que o deles, decidi ir na frente e espera-los em frente ao Refúgio Serra Fina, eles reclamaram um pouco pois queriam ir todos juntos, mas como eu sabia da minha real condição decidi ir na frente para dormir e descansar após os 13 km de estrada.

A ideia era fazer a travessia em 16 horas (de estrada a estrada) no meu caso seriam em 14 horas (do refúgio até a estrada) o pai do Renan nos buscaria as 19:00.

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Travessia Serra Fina 24 horas – 1º e único dia

Desembarquei do ônibus na estrada de Passa Quatro as 1:00 am, sim achei que chegaria antes mas não foi o que aconteceu =/. Caminhei tranquilamente durante 2 horas e meia até a frente do Refúgio Serra Fina embaixo de um céu estrelado e uma lua crescente TOP!

Bivakei alí mesmo ao lado da porta do refúgio, a noite estava gelada e a manta térmica não segurou o frio e acabei dando só algumas coxiladas. O tempo estava instável, as vezes abria e as vezes fechava.

Eram 5:40 da manhã e nada dos meninos aparecerem, pelo meus cálculos eles chegariam as 5:00, fiquei preocupado e sem celular não tinha o que fazer, era só esperar.

Já estava pronto, em pé e inquieto, pensando “Será que aconteceu alguma coisa? Cade os vagabundos?”, pensei em seguir sozinho em caso de desistência deles, pensei, vou esperar até as 7:00 e se eles não chegarem subo até onde der, qualquer coisa aborto pelo Paiólinho.

Mas como bons amigos de palavra as 6:00 vejo uma lanterna na estrada e la vem eles os dois pilantras, Renan Prado e André Nascimento, tirando a

Travessia Serra Fina 24 horas o começo

Travessia Serra Fina 24 horas o começo

maior onda!

Demos um forte abraço e esperei eles comerem alguma coisa.

As 6:20 batemos uma foto e seguimos loucamente rumo ao novo desafio.

O visual estava zero! A neblina tomou conta de tudo, estava bem pior que da 1º vez que abortamos, porém com menos vento, como conheciamos o caminho e mesmo que não tivesse nenhum visual pensamos “Será apenas 1 dia!” e seguimos PRA CIMA DELA!

Na subida do Capim Amarelo encontramos um pessoal descendo, abortando devido ao tempo, trocamos algumas idéias rápidas e seguimos em frente.

O Renan Prado começou a sentir seu joelho logo no ínicio, fizemos algumas paradas rápidas por conta disso, mas em nenhum momento o Renan cogitou em desistir.

Após 2 horas de subida o André que estava na dianteira começou a gritar loucamente,  o tempo abriu! Uau que tempo lindo, o Sol rachando a cuca, comemoramos mais um belo visual que a Mãe Natureza nos ofereceu, pensamos na galera que abortou, que azar! Tiramos as roupas de frio e seguimos pra cima!

Travessia Serra Fina 24 horas - Capim Amarelo

Travessia Serra Fina 24 horas – Capim Amarelo

Chegamos no Capim Amarelo as 9:00, após 3 horas de caminhada, comemos alguns petiscos e seguimos rumo a Pedra da Mina, o objetivo era chegar lá em 3 horas também no caso ao meio dia.

Travessia Serra Fina 24 horas - Subida da Pedra da Mina

Travessia Serra Fina 24 horas – Subida da Pedra da Mina

Seguimos rápido, mas parando algumas vezes para comer e outras para o aliviar a dor no joelho do Renan, eu que estava um pouco cansado usava as paradas do Renan para retomar o fôlego.

Fomos o mais rápido possível, Marinzinho, Avançado, Maracanã, Dourado, Melano, Asa até chegar a Base da Mina, na 2º água do dia, abasteçemos

Travessia Serra Fina 24 horas - No Cume!

Travessia Serra Fina 24 horas – No Cume!

pouca água já que teríamos água logo a frente no Vale do Ruah, o caminho todo como sempre bem batido com toténs, fitas amarelas, vermelhas e adesivos refletivos fomos o mais rápido possível com algumas paradas, porém mesmo assim chegamos ao Cume da Pedra da Mina as 14:00 com duas horas de atraso do planejado e eu posso dizer que meu corpo já estava exausto.

Paramos no cume para assinar o livro e aproveitamos para retomar o fôlego, meu corpo já estava moído, apesar de já ter feito esse trajeto em um dia, fizemos bem mais rápido.

O Renan estava meio estressado por conta da dor no joelho, eu estava cansado devido ao ritmo puxado e o André estava cansado mas nem tanto como nós devido ao seu melhor preparo físico.

Sem dúvidas nesse ponto nosso limite físico já tinha ido pro saco (pelo menos o meu e do Renan), neste momento o psicológico que tomou a frente do desafio. Fiquei um bom tempo pensando, onde será o limite do ser humano? Nosso limite físico foi deixado na Pedra da Mina e mesmo sabendo que teria mais metade do percurso adiante seguimos em frente superando muito nossos limites físicos, agora vamos ver até onde vai o limite psicológico.

Travessia Serra Fina 24 horas - Assinatura

Travessia Serra Fina 24 horas – Assinatura

Iniciamos a descida para o Vale do Ruah, e o humor do Renan voltou ao normal, com risadas e brincadeiras idiotas, ele disse que a energia do cume de uma renovada nele e decidimos firmemente seguir em frente em ritmo de alegria.

Com duas horas de atraso do planejado decidimos apertar o ritmo em todas partes planas. Atravessamos o Vale do Ruah em 15 minutos sem tempo para brincadeiras naquele matagal da hora!

Abasteçemos nossas águas e seguimos rumo ao Cupim do Boi, a previsão era chegar até o fim da travessia as 19 horas, então tínhamos umas 5 horas para finalizar a travessia.

Durante o caminho do Cupim do Boi, o Camel Back do André vazou e além de perder muita água perdemos um tempo com várias paradas até estabilizar o vazamento, que foi feito com um saco plástico de improviso.

Neste trajeto o nosso ritmo foi reduzido automaticamente por conta do cansaço físico. Não lembro que horas chegamos no Cupim do Boi, mas eu já estava exausto, muito, muito cansado e acredito que os dois estavam só o pó também.

Travessia Serra Fina 24 horas - Vale do Ruah

Travessia Serra Fina 24 horas – Vale do Ruah

É triste de lembrar exatamente a sensação de exaustão do meu corpo, joelhos e panturrilhas latejando, coxa extremamente dolorida, braços sem força para se apoiar, boca seca e por sorte os pés não estavam com bolhas. Decidimos seguir sem descanso para tentar chegar no Pico dos Três Estados ainda de dia, a subida foi horrível, em vários trechos fui me arrastando por não ter mais força nos braços e pernas para subir, tive que parar várias vezes para descansar, estava com MUITA sede, devido ao cansaço acredito que o corpo começou a pedir água água e mais água, quando paramos no meio da subida perguntei como eles estavam de água, pois a minha só tinha 3 dedos de uma garrafa de dois litros, eles mostraram as suas águas e estavam que nem a minha….o Renan até comentou “É agora é cada um por si!”.

Realmente essa sensação de cansaço foi extrema e foi isso que fomos buscar!

Chegamos no cume do Pico dos Três Estados as 19:00 no horário combinado do resgate com o pai do Renan kkkkkkk eita galera pontual viu!

Tentamos contato com o pai do Renan por telefone, mas sem sucesso, o Renan deixou uma mensagem para sua mulher para avisar seu pai do nosso enorme atraso.

Paramos nos três estados, comemos e tentamos falar com o Pai do Renan para avisar do nosso MEGA atraso, porém não conseguimos contato.

O André perguntou do nosso estado físico e mental e até citou a ideia de bivakar no Pico dos Três Estados para seguir no dia seguinte, minha resposta foi “Se tivesse um saco de dormir com certeza bivakaria por aqui, mas como não temos o negócio é seguir!” seria impossível dormir por lá com certeza morreríamos de hipotermia.

A noite estava linda uma lua CHEIA iluminando muito nosso caminho e um céu estrelado com milhares de estrelas. Era uma noite sensacional.

Nos Três Estados foi uma das nossas maiores paradas, comemos algumas coisas e acabei com minha água, naquele momento eu comecei a lembrar da minha mulher, minha família, meus amigos e me deu uma baita vontade de chorar, engoli o choro e automaticamente coloquei essas pessoas na minha cabeça, pensei, deixa eu chegar logo em casa pra poder encontra-los. Nessa hora o psicológico já estava corroído, mas com Fé na Força Maior iniciamos a descida rumo ao fim da Travessia.

A Fé é algo incrível, sempre me achei uma pessoa de Fé, mas esse dia eu conheci um pouco mais sobre a Fé e vi a força que ela pode nos dar em uma situação de aperto.

Travessia Serra Fina 24 horas - Parada pra comer

Travessia Serra Fina 24 horas – Parada pra comer

O vagabundo do Renan esqueceu a lanterna e a minha extra que trouxe para ele estava com a pilha fraca, sorte que o céu estava brilhante que possibilitou nossa descida mesmo sem lanterna. Com o tempo totalmente estourado decidimos seguir com cuidado para não piorar a situação.

A descida foi cautelosa porém com os assuntos mais em dia, conversando mais e rindo até um pouco mais, agradecendo a natureza por aquele dia de superação que passamos, parece que a Fé estabilizou nosso humor.

A subida pro Alto dos Ivos, como sempre a pior de toda travessia, ainda mais naquela situação, corpo gelado e esgotado kkkk, fui o lanterninha e subi me sujando inteiro de barro, pois força não tinha mais.

Após o Alto dos Ivos sabíamos que não haveria mais subidas fortes e apesar do cansaço, fome e sede a Fé trouxe de volta um pouco do nosso psicológico (pelo menos o meu).

Quando chegamos na MATA mesmo, já estava feliz, pois sabia que dali pra frente era suavidade, ta que esse passeio foi o mais longo da minha vida porque não acabava nunca.

O André desceu ouvindo uma música no seu celular lá dos Três Estados e eu não tinha celular na época e o celular do Renan já estava sem bateria, nós ainda perguntamos, André terá bateria pra ligar pro pai do Renan se precisar, ele disse “Relaxa vai ter sim!”

A animação para ir embora era tanta que ignoramos totalmente o último ponto de água na travessia, chegamos no sítio do Pierre com pouca comemoração e seguimos rápido para o encontro do pai do Renan, era mais ou menos 23:20.

Seguimos pela estrada o mais rápido possível, ignoramos novamente o outro ponto de água, crente que o pai do Renan estaria lá embaixo nos esperando.

Chegamos a estrada exatamente 00:30 com a esperança de ver aquele carro branco estacionado nos esperando.

Cade o pai do Renan? Nada? O Renan disse com uma voz muito decepcionante quando chegou lá embaixo “Pai? Pai?” e gritou “PAIIIII!” “Puts grilla” mano, sentei no chão e pensei “Merda porque não pegamos água lá em cima, seria master blaster hard subir tudo de novo pra pegar água!”

E o celular? Boa André no último trecho da estrada ele estava trocando SMS com uns amigos e a bateria havia acabado logo quando chegamos.

Foi um momento meio desesperador sabe? Pois todos descemos a milhão pensando no resgate, no aconchego do carro, na comida, água que teríamos e chegamos lá e nada! Kkkkkk triste né?

O André deu a ideia de buscar lenha para fazer uma fogueira e eu fui contra, falei o que adianta fazer uma fogueira para nos aquecer durante um tempo, temos que andar até um lugar pra achar algum abrigo ou andar para não morrer de frio!

Mesmo assim o Renan e o André começaram a procurar lenha para fazer uma fogueira e eu continuei sentado tentando raciocinar, cheguei a conclusão que o pai do Renan jamais iria embora deixando o filho no meio do mato, isso me deu uma certa paz, pensei, logo logo ele estará ai.

Após uns 5 minutos um carro vira naquela serra gelada do Itatiaia e nos ilumina, todos param e ficam olhando com aqueles olhares esperançosos, o carro para e lá esta ele, o Pai do Renan! IHAAAAAAAAAAAAAA!!!!

Ele ainda mandou essa piada, nossa eu vi vocês três ai todos sujos nem reconheci, achei que era três mendigos deu até medo de parar! kkkkkkkk

Demos oi para o pai do Renan, guardamos as mochilas no porta malas e quando sentei no banco de trás daquele carro a sensação foi incrível, aconchegante, quentinho a segurança do perrengue ter acabado bem e a sensação de missão cumprida, a felicidade tomou conta de todos.

Na volta explicamos para o pai do Renan o que aconteceu e paramos para comer em um posto de gasolina.

Calculamos o horário e fizemos a Serra Fina em exatamente 18 horas.

Chegamos em São Paulo 4 a.m, eu e o André pegamos o trem no Bresser e o Renan seguiu pra sua casa.

Travessia Serra Fina 24 horas - Sobre as nuvens

Travessia Serra Fina 24 horas – Sobre as nuvens

Objetivo pessoal da Travessia Serra Fina 24 horas

Porque esse desafio? Quando aceitei esse desafio sabia que era somente para superar meus limites físicos e psicológicos é nessas situações que você evolui seu corpo, mente e alma. Não fiz e tenho certeza que nem meus dois companheiros para bater record ou possuir um status, foi totalmente para superação pessoal.

E sem dúvidas todos ali tiveram uma superação pessoal, momentos difíceis, reflexões, momentos que não nos restava nada, só a Fé.

Quanto mais perrengoso o role mais evoluído você sai dele, o aprendizado foi fenomenal.

Posso garantir que nós não sabemos até onde vai nosso limite, posso garantir que por mais que você trabalhe o psicológico ele ainda pode se abalar e que a Fé é algo incrível de se sentir, ela te da forças e começa a restaurar o seu psicológico é incrível, por isso eu digo, tenha Fé!

Travessia Serra Fina 24 horas - Mar de nuvens

Travessia Serra Fina 24 horas – Mar de nuvens

Dicas para quem vai fazer a Travessia Serra Fina 24 horas

  • Você pode fazer o trajeto de estrada a estrada ou da Toca até o Sítio do Pierre;
  • Se for fazer da Toca até o Sítio um resgate seria fenomenal;
  • Se for fazer de estrada a estrada, veja um resgate para o final, porque pelo horário que você irá acabar não terá mais nenhum ônibus por lá;
  • Leve pelo menos 2 mantas de alumínio de emergência em caso de desistência no meio do trajeto;
  • Cada um de nós levou 2 litros e meio de água, porém no trajeto final ficamos sem água, então recomendo levar pelo menos 500 ml a mais;
  • Abasteça água no 1º ponto após a Toca do Lobo (pelo menos 2 litros), na Base da Mina (pelo menos 500 ml) e no Vale do Ruah (toda sua água)
  • Camel Back é realmente ótimo para esses roles, mas se ele te deixar na mão que nem deixou o André e ai? Sorte que ele conseguiu arrumar e não perdeu toda água, e se perdesse? Garrafa PET sempre!
  • Leve bala de goma para salivar se por acaso acabar a água;
  • Leve comidas leves e rápidas;
  • Vá com o físico bem afiado, nos preparamos mas mesmo assim foi bem puxado, lembrando que nenhum de nós é corredor de montanha ou algo assim;
  • Vá com o corpo 100% coberto para evitar cortes;
  • Leve 2º pele, anorak, balaclava e luva, mesmo andando o frio lá é intenso.

Bom role!

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Autor: Raphael Yamamoto
Posts escritos: 261

Raphael Yamamoto, apaixonado pela natureza, nascido em outubro de 1989, solteiro, vegetariano e profissional de marketing digital. - Meu maior sonho pessoal. Cair no mundão com meus irmãos do Cocô no Mato! - E o meu maior sonho para o mundo é tentar mostrar com esse blog uma vida diferente, idéias diferentes, valores diferentes dos atuais que esse sistema FD* implanta, fazendo nossas vidas uma obrigação atrás de outra e no final não vivemos, apenas sobrevivemos! PENSE PRA FORA DA CAXOLA GALERA, não deixe que o sistema implante vontades, valores, missões, modas entre outras coisas lixo em sua vida, isso só é benéfico para ele. LIBERDADE, FELICIDADE, AMOR E JUSTIÇA!

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5 Comentários

  1. Olá Raphael. Li o relato da Trav-24h e estou interessado. Fiz a travessia Petro-Tere em 11h. Vc acha possível fazer a Serra Fina em até 16h, como vcs planejaram? Infelizmente tenho pouco tempo para pensar em faze-la em 2 dias
    Obrigado. Abs

  2. Fala Maurício beleza?

    Cara nunca fiz a Petro Tere em 1 dia, fiz ela da forma tradicional no último feriado.

    A Serra Fina é mais puxada que a Petro Tere com certeza mas pelo seu tempo em dois dias se você não se perder ou não ter nenhum contra tempo de clima tenho certeza que consegue fazer.

    Em um dia eu não tenho como dizer, o que eu recomendo, vai em dois dias para conhecer o local e depois tenta em um dia….se na tentativa de um dia você cansar aborta pelo Paiolinho ;)!

    Vai que vai mano, superação pessoal é a melhor coisa e esse tipo de role deixa seu físico, psicológico e emocional no extremo!

    Uma dica? Não vá na sorte, vá na fé!

    “Quando o corpo não aguenta a moral sustenta” PRa cima delas meu velho!

    abração!

  3. Valeu Raphael. Acho que vou primeiro conhecer o Capim Amarelo, o 3 Estados e a Pda Mina. Depois planejo a travessia.
    Obrigado
    Abraço

  4. Boa tarde

    Sou de Brasília e tenho interesse de ir para Serra Fina. Como faço para agendar, conhecer pessoas, datas e valores ?

  5. Fala José beleza?

    Não temos parceria com nenhum guia da região, também não fazemos guiada e não conheço nenhum guia para indicara para você =(.

    Recomendo buscar no Google alguma agência que faça passeio para região!

    Bom passeio

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